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domingo, 12 de setembro de 2010

A minha mais nova leitora espanhola...



...nasceu!!!!!

 Prezo muito a preservação da vida particular (na medida do possível em um blog, mas enfim...), porém preciso registrar publicamente a minha alegria-emoção-etc e tal de sentimentos. A Emma chegou, fazendo sua estréia na emblemática & muy carismática capital da Espanha - Madrid (Ollé!!!). Há uns meses atrás registrei aqui a emoção de saber que ela estava à caminho e não poderia deixar de dar continuidade né? Pois ela nasceu! Linda, surpreendentemente grande, de parto normal, cabeluda e fofa. Hoje a conheci pela web cam...olhos abertos para esse mundo louco que agora ela chamará de lar...
 Seja bem vinda vinda Emma, que bom que você veio! Esse mundo é louco (é verdade) mas pode acreditar, existem coisas legais nele...e a Alice vai adorar te mostrar!




*E para a mamãe da Emma, só mais uma coisinha: Love u!!!



*imagem: Getty Images Brasil 

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

...como eu ia dizendo...


 Pois é, as coisas mudaram (de novo) na minha vida.

 Não...a Alice não vai ganhar um irmão ou irmã (me perguntaram se essa era a novidade, rsrsrs). Isso é assunto para outro post mas posso adiantar que não tenho condições (físicas, financeiras, emocionais...) de ter outro filho. E principalmente, não sinto vontade de ter outro. Talvez um dia isso mude...ou não, quem pode saber né? 

 O que mudou foi que não deu certo o trabalho que eu vinha fazendo. Muitas vezes os seres humanos são mais complicados de administrar do que o trabalho em si...e aqui estou eu novamente em casa por um tempo. Abstraindo o fato da grana voltar a ficar curta,  teve um  lado bom (sempre tem). Vou me dedicar a estudar para um projeto pessoal e tocar outro com uma amiga (que estava parado porque eu tinha começado a trabalhar). E assim vamos levando. Uma coisa é certa: não consigo mais ficar em casa mas ao mesmo tempo não tenho a menor vontade de voltar para a minha antiga profissão (aquela que me deu o diploma acadêmico...é...). Mas como as coisas mudam o tempo todo, isso também pode mudar. Quem sabe, né?


 * À propósito, o projeto que tenho com uma amiga tem a ver com o trabalho dela (ela produz eventos) e inaugurou o núcleo infantil e uma coisa puxa a outra, né? Estamos aceitando encomendas! Logo coloco fotos do portfolio.




*imagem: Getty Images Brasil

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Os ciclos e a vida...

Passei rapidinho só para dizer que mais uma mudança aconteceu e... enfim...como eu sempre confiei plenamente nos ciclos da vida, tenho fé e a mais absoluta certeza que foi algo para melhor. 

Digamos que tenho a sensação que o universo (leia-se anjo da guarda ou qq coisa do tipo) tenha arrumado uma maneira de corrigir a rota das velas do meu barco da vida.

 Então, como dizem os franceses: voi lá!!! 

 Aguardem cenas dos próximos capítulos (juro que volto para explicar, sorry pelo post total freak!). 

 O que posso dizer é que amanhã vou dormir até umas 10hs da manhã, feliiiiiz da vida, agarrada na Alice. Melhor só se fosse sábado para o Rafa ficar junto, pois se tem uma coisa que realmente me faz feliz é acordar e ver os dois dormindo, um de cada lado.

domingo, 22 de agosto de 2010

Notícias...


Depois de dias complicados, onde a Alice foi diagnosticada com início de bronquite e depois pegou uma conjuntivite bem chata, as coisas voltaram a acalmar. A nossa super pediatra passou mais uma fórmula homeopática e um colírio; o papai tirou dez dias de férias para ficar em casa com a pequena -  que em dois ou três dias já era outro nenê, ou melhor: voltou a ser o mesmo nenê.
Eu saindo para trabalhar com o coração na mão, louca de vontade de ficar com ela mas tranquila por saber que estava mais do que bem cuidada.
Estou cheia de posts atrasados para terminar...mas foi mal aí gente...esses últimos vinte dias foram difíceis, mas depois da tempestade o arco-íris sempre aparece, né?

Prometo que volto logo!!!

* Errata:  E sem falar no nosso gato amarelão, o Limão...que em meio ao caos e frio invernal nos deixou da noite para o dia, apesar dos esforços dos veterinários do Hospital de Clínicas Veterinário de POA. Saudades eternas amiguinho, um dia a gente se encontra de novo pelas nuvens da (pós)vida. Agora sou apenas dona de duas gatas, mas não vou mudar o texto do cabeçalho do blog.


*imagem: Getty Images

sábado, 14 de agosto de 2010

Tirando tatu do olho...

 Antes da leitura desse post devo advertir que ele possui um conteúdo, digamos assim...forte.
É possível que cause um certo embrulhozinho em estômagos sensíveis ou ainda não iniciados na arte milenar da maternidade ou convivência intensa com bebês & crianças.

Siga por sua conta e risco, tá? Prometo ser econômica e técnica (o mais próximo que consigo disso) nos detalhes.




Pois então que a Alice está com uma tosse fortíssima, resultado de um resfriado daqueles, muito possivelmente pelas nossas intensas variações climáticas - chega a ser quase coisa de desenho (des)animado (quem mora no Sul vai entender na pele a piada, rsrsrs).

 A nossa super pediatra, dra Isabel, receitou uma homeopatia para soltar todo o muco, fazer a bichinha expectorar bem, além de exercícios respiratórios e uma nebulização se possível (não, não é...a Alice começa a gritar só de ver o aparelho, então tento deixar ela curtir o vapor do chuveiro sempre que consigo).  De acordo com nossa dra, não é caso de medicar, ela não tem febre e está bem (ah dra, sou super sua fã! ), e devo dizer que ela está respondendo bem ao tratamento. A meleca já começou a descer e juro que não sabia que podia até sair pelo olho...e é normal.
 Daqui há muitos anos, caso seja necessário, vou usar a arma secreta:
 " - Alice, olha que eu conto que tu tirava tatu...do olho!" (rsrsrsrsrsrs, brincadeirinha gente....mas a parte do tatu é real).

 Pois é, tem coisa que só a sua mãe (MESMO) acha engraçadinho em você...



*imagem: Getty Images Brasil

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Um pequeno grande passo...

...que mudou a vida de uma bebê e encheu de lágrimas (só para variar...) os olhos da mãe dela! 


E tudo isso em pleno fim de semana do dia dos pais...


A Alice agora é oficialmente um bebê caminhante. No tempo dela, sem pressa, sem andador, sem comparações com crianças que caminharam sozinhas bem mais cedo.
Ela já andava bem firme já fazia uns meses, mas sempre apoiada em alguma coisa ou mesmo de mãos dadas com outra pessoa. 
Eis que há umas duas semanas mais ou menos ela começou a arriscar uns passinhos sozinha, foi indo outro e depois outro...e nesse sábado ela cruzou a sala da casa da minha sogra, incentivada pela tia avó do pai.  E eu não consegui falar de tanta emoção...E sei que isso é apenas o início de uma longa série de conquistas que vou presenciar minha filha alcançar.  

 E fiquei tão encantada que nem pensei no relógio do tempo, que ás vezes insiste em andar mais rápido do que eu consigo acompanhar.

E senti que muito melhor do que a gente "chegar lá" é ter a chance de presenciar um filho fazer isso...



*imagem: Alice e eu, no tempo que ela começou a arriscar tentativas de uns passos de mãos dadas.

sábado, 31 de julho de 2010

Pausa para um drink...

Dei um tempo nas minhas andanças de moto e resolvi curtir um relax...
Amanhã pego a estrada de novo, tem muito chão até chegar na casa do Papai Noel... ou dos Backyardigans...mas pensando bem acho que vou mesmo é dar um pulinho na fazenda do Cocoricó!

Vruuuuummmm....vruuuuuummmmm...

terça-feira, 20 de julho de 2010

A amamentação (olha ela aqui de novo!), a livre demanda e a minha avó Helena...



Hoje me peguei pensando num dos conselhos mais legais que ouvi logo que a Alice nasceu.
E não me surpreende em nada que ele tenha vindo justamente da minha avó, mulher que está longe de ser o modelo convencional de donda de casa, mas é sim um ser humano fantástico. Uma mulher cheia de qualidades e defeitos, humana e real. Sem essa de vovozinha de histórinhas infantis...minhas duas avós nunca se encaixaram bem nesse perfil. Mas uma delas partiu para o seu vôo solo definitivo,  curiosamente menos de um mês antes de eu engravidar...um de nós foi e um de nós veio. O nome dela era Joana e não conheceu a Alice, que pena. Teriam se dado bem, tenho certeza...
Volta e meia penso nela e sinto uma saudade boa; é...os avós deveriam ser eternos.

Mas a bisa Helena conheceu, e conhece bem a Alice. Disse inclusive que ela era a minha cara quando nasceu (isso foi SÓ quando nasceu porque depois ela foi mudando e ficando a cara do pai).
E foi na primeira vez que ela segurou a primeira bisneta no colo que me disse uma das coisas mais bonitas que já ouvi.
Eu estava atordoada, exausta, sentindo muita dor e tremendamente estressada por causa das intercorrências traumáticas que me aconteceram por causa da anestesia...o quarto cheio de visitas (minhas e da moça que estava na outra cama) e eu só queria tentar achar um eixo, o meu eixo dentro daquele universo totalmente novo que de uma hora para outra eu fui arremessada. 

Aí a minha avó pega a Alice no colo, olha para mim e relembrando quando minha tia nasceu me diz:

 " - Quando a tua tia nasceu ela era tão mirradinha que parecia prematura, por pouco não cabia numa caixa de sapato..." (a gravidez tinha sido bem complicada e minha tia nasceu bem debilitada, se fosse hoje certamente teria ido parar numa UTI neonatal mas há mais de cinquenta anos acho que isso nem existia).
Eu já conhecia essa história de cor e salteado mas de repente ela contou um detalhe que eu desconhecia e foi algo que fazia um incrível e oportuno sentido naquele momento da minha vida: 

" - As enfermeiras vinham no quarto e me falavam para colocar ela no seio só a cada duas horas, e que não tinha importância se ela chorasse...que tinha que acostumar e era assim mesmo. Mas eu não dei ouvidos. Quando ela chorava eu ia lá e botava ela para mamar, ficava com ela no colo. quase todo o tempo. Em seguida ela começou a ganhar peso e quando voltei no hospital para ver o médico umas semanas depois ninguém acreditava que era o mesmo bebê, ela já tinha até dobrinhas..."

E isso foi há mais de cinquenta anos.

Há mais de cinquenta anos deram para minha avó um conselho que eu também ignorei (ter horário rígido para mamar e deixar chorar - e o pior que ainda hoje há quem defenda isso). E há mais de cinquenta anos atrás minha vó ouviu a voz do seu próprio coração e fez o que sentia ser melhor e acertou. A criança debilitada que por pouco não ficou no hospital se recuperou rápido, com saúde porque a mãe dela ousou ir contra as (estúpidas) 'regras' que existiam ou que queriam que ela acreditasse que existiam. 

E sem se dar conta, minha avó foi a primeira pessoa que me incentivou na amamentação em livre demanda, e cada vez que lembro disso fico com lágrimas nos olhos de admiração e gratidão. 
Para ela pode ter sido só mais uma lembrança da juventude que ela dividiu, mas para mim foi uma lição de vida, um incentivo, um exemplo prá lá de positivo.
As pessoas hoje em dia se tornaram tão fechadas em torno de si e das coisas que buscam freneticamente obter que acabaram perdendo grande parte da beleza da troca de experiências entre as gerações. Que pena! 

E podem passar mais cinquenta anos que vou sempre lembrar do melhor conselho que ouvi na minha estréia nesse mundo maluco que é a maternidade...e podem ter certeza que assim como a minha avó eu vou passá-lo adiante.

Ps: E SIM, sou completamente favorável à amamentação e colo em livre demanda!!!!


*foto: arquivo pessoal

terça-feira, 13 de julho de 2010

Ah que saudades dos passeios de moto e a brisa fresca do verão...

Sair bem à vontade, despreocupada com as amigas...


Agora é casaco, manta e luva.
Acordar cedo e ver o termômetro marcar 5°C.


'É o meu Rio Grande do Sul, céu, sol (nem sempre), sul...'

segunda-feira, 5 de julho de 2010

O importante é o bom humor...

E isso até que a Alice tem de sobra!