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terça-feira, 21 de junho de 2011

Viroses...

Estamos enfrentando uma virose chata (diarréia, febre...), segundo a pediatra, a primeira de muitas...

 Esse inverno vai ser longo (suspiro!).

 Até daqui a pouco, bem pouquinho.

domingo, 12 de junho de 2011

Dando uma força para a campanha...

Acabei de ler no Mamíferas e depois no link que elas indicaram, na revista TPM, uma campanha chamada 'Namore uma mãe solteira'.

E como mais nova representante da categoria das mães autônomas, eu adorei!!! 
Leve, bem humorada e engraçada - como a vida deve ser.

 E a Kathy, do (Mamíferas) tem toda a razão quando diz que 'tem muito cara legal por aí'. Engrosso o coro e digo: sim, tem mesmo, que bom né?

 Um ótimo domingo, dia dos namorados e uma ótima semana para toda essa blogsfera!!!
 

sábado, 11 de junho de 2011

Alice, 2 aninhos...

Esse ano não fiz um festão como ano passado. Não tinha grana, não tinha clima, mas tinha (e temos) muito amor, companheirismo e vontade de ser feliz.
 Rolou uma festinha na escolinha de tarde, amei e a Alice também (estou selecionando as fotos) e no mesmo dia (25/05 - quarta-feira) um bolinho na casa da minha mãe para não passar em branco para a família, mas foi coisa muito, muito simples. E querem saber? Foi muito legal também. 

 Segue uma fotinho da Alice e da Emma, lembram dela?

 Pois é, por esses acasos impressionantes do destino ela e sua mamãe que eu amo profundamente puderam estar presentes nessa data tão especial, que além de ser aniversário da Alice também é uma data que marca um período de mudanças bem significativas na minha vida (ô coisa boa, mudanças são sempre bem vindas!). 

E já que vcs devem estar bem curiosas(os), mando um registro de uma das mudanças significativas, meu cabelão estilo Sansão/manto sagrado/Rapunzel virou um cabelinho desfiado, moderno e amei isso! Nunca mais vou usar cabelão (aliás, pq foi mesmo que eu demorei tanto a cortar hein?).


Por hoje fico por aqui, vim correndo só para dar um oi e dar um sinal de vida para toda essa blogsfera que eu amo de paixão. Agora vou ali curtir  muito essa noite de sábado e as delícias que só o frio nos faz lembrar que existem...
;)

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Só mãe sabe o que é...

...deixar a filha na escolinha, sair correndo para não se atrasar para o trabalho e nem dar muita atenção ao fato de várias pessoas passarem te olhando tanto...
Até passar distraidamente a mão no cabelo e sentir alguns tic-tacs e outras coisinhas enfeitadas que não deveriam estar ali (ao menos não de forma tão desordenada!).
Pausa. Desacelera o passo. Faz cara de paisagem e simula descontração ao retirar calmamente um por um dos adornos.
Pois é, se alguém me viu na rua hoje de manhã saiba que eu não endoidei, só virei mãe, hahaha.

* Já volto com as novidades (as minhas e as da Alice), o aniversário de dois anos (dia 25/05), o turno integral da escolinha, o desmame, comportamento pós separação, progressos e algumas pequenas e esperadas regressões, nossa nova rotina & adaptações ...

Ufa! E tem coisa!
Volto logo, prometo!

domingo, 8 de maio de 2011

Feliz nosso dia!


Feliz dia das mães gurias!!!!






 *Continuo o processo de me reinventar & redescobrir...posso dizer que está muito, muito intenso.
 Já volto, tá?

quarta-feira, 4 de maio de 2011

sábado, 30 de abril de 2011

Coisa curiosa...

Coisa curiosa...

"A vida não é brincadeira, amigo
A vida é arte do encontro
Embora haja tanto desencontro pela vida..." (Vinícius de Moraes)

Algumas pessoas carregam uma parte de nós (ou nós carregamos uma parte delas?). 
Reencontrá-las (ainda que virtualmente) é como rever partes de nós mesmos que - infelizmente-  ás vezes até esquecemos que um dia existiram.

 E no meu caso, como tem partes minhas espalhadas por esse mundo!!!  Algumas estão distantes algumas centenas de quilômetros;  uma delas apenas está a milhares...do outro lado do oceano. E uma outra está tão, mas tão perto, mas é como se estivesse do outro lado do mundo, tamanho o oceano de distância que se fez... 

Enquanto algumas pessoas de uma certa forma estão 'saindo de cena' (em todos os setores e aspectos), outras pessoas que um dia fizeram parte da minha vida e estão inseridas na minha história estão voltando.
 Algumas de sopetão, outras devagarinho...mas de volta, decidida e indiscutivelmente de volta.

 Mais do que voltarem para minha convivência, estão - de certa forma - me ajudando a voltar para mim mesma.
 E quer saber? Eu estou muito, mas muito feliz. E mais feliz ainda porque agora a Alice é minha companheira nessa caminhada e vai poder conviver com pessoas muito legais.


terça-feira, 19 de abril de 2011

Pausa para o acampamento...

Pois é.
 Nos mudamos (eu, Alice e a Isis -  nossa gata). 
 Casa nova, dias sem internet, muitas e muitas caixas, bagunça que parece interminável e diversos problemas no apartamento que só agora deram as caras... estamos vivendo meio acampadas,  mas felizes.
 Vou ali e já volto! Não me abandonem!! 
 Até daqui a pouco, bem pouquinho...

sábado, 9 de abril de 2011

Letra e música...

 Essa música me deu um nó na garganta a primeira vez que ouvi, quando aluguei o filme muito por acaso (acho que foi sugestão do pessoal da locadora...será? nem lembro mais). Na verdade a letra tocava muito no meu momento pessoal na época, enfim...
A primeira vez que vi o filme foi em julho de 2007, e hoje por acaso está passando em um canal qualquer da tv a cabo.
 E o nó na garganta voltou (ou sempre esteve aqui?), a diferença é que agora ele não me sufoca tanto. Na verdade nunca mais vai me sufocar porque afinal, uma das coisas legais dessa tal maturidade é que a gente aprende a conviver com as dores até o dia em que elas se transformam em meras cicatrizes...

Tudo termina onde começa... e a vida é um eterno ciclo.






*Ps: tentei incorporar o vídeo mas não consegui...sorry! Alguém me ensina???

Blogagem coletiva: maternidade real.

 
Eu sei que tou nos 45 do segundo tempo para falar no assunto (aliás, belíssima iniciativa da blogsfera, valeu Carol). E pensei mesmo em várias coisas para escrever mas todas as mães-colegas-blogueiras-mulheres reais que conheço virtualmente já falaram tudo, enfim. Concordo com muitas coisas que li. E me sinto um pouco mais normal (ou um pouco menos freak?) quando vejo que a culpa parece ser um sentimento que (infelizmente) vem de braços dados com a maternidade. 


E concordo: as espectativas (nossas, dos outros, do cachorro, do gato, do passarinho...) atrapalham e muito. E não ajuda nada a convivência (física ou virtual) com mães que insistem em dizer que " - Para mim é/foi tudo tããããão perfeito, não sei qual o teu problema..." e te olham com aquela cara de quem tá no Zoo vendo o último urso panda criado em cativeiro (oiiiii olheiras de mães que dormem pouco!!!). Enfim.

 O que posso complementar

Eu não tinha a menor noção da realidade da maternidade (alguém tem???) antes de...bem...ser mãe. Tá aí uma experiência que é como aquela viagem de intercâmbio para um país onde a gente não sabe falar a língua nativa, só conhece por documentário e por mais que os amigos que já tenham ido até lá te cubram de dicas e relatos, a gente SEMPRE ACHA QUE NA NOSSA VEZ VAI SER DIFERENTE (háháhá...eu caí nessa pegadinha do meu próprio ego, e vcs?).


A gravidez em geral é como aquela fase pré-viagem, pré- aventura. Sabe quando a gente olha mil folhetos, risca e rabisca o mapa fazendo planos de vou aqui e vou ali? Quando a gente faz listas das coisas m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-a-s que quer trazer? Dos lugares incríveis que quer fotografar? Então...a gravidez é isso... Planos, planos e planos. 
E muita idealização, muito sonho, fofurices e gente te paparicando. 

A barriga é a estrela da vez. Eu, por exemplo, não tinha sossego...minha barriga (que eu exibia com MUITO orgulho) era parada até na fila do super. 
Cara, uma vez eu super concentrada escolhendo toalhas de banho num lojão do centro da cidade, barriga de 39 semanas explodindo, de repente dou um pulo, maior susto quando sinto uma mão estranha deslizar em cima do meu umbigo. Era uma moça (cara de pau master, crianças: jamais toquem uma barriga grávida sem pedir antes, ok?) que me olhou e disse: "- Ahhh,  que barriga linda, eu tinha que tocar!". Eu só conseguia grunhir: "-Hunnnghh..." (na minha cabeça passava algo do tipo: "&%$#@!J*&¨", saca?).

Então o grande dia chega, a gente vai lá toda emocionada, malas prontas para a maior aventura de nossas vidas. E querem saber? Vai ser a maior aventura mesmo. Mas esquece aquela coisa "Fantasy Island" e pensa em algo mais no estilo "Perdidos na Selva" (e sem bússola, fósforo, mapa,  GPS, celular e sem o manual do escoteiro mirim).

 Pois então, mesmo com todo o sufoco dos primeiros tempos porque olha só, imagina cair literalmente de mau jeito num lugar onde ninguém compreende o que tu fala e tu também não entende bem dizer...nadinha do que estão falando, afirmo com a maior convicção que a maternidade é uma experiência encantadora e arrebatadora. 

 E, como toda imersão na vida selvagem ou numa cultura muito diferente da nossa, as dificuldades não são poucas... 


Uma vez li uma frase sensacional que, para mim, resume tudo: 


"Padecer no paraíso? Que nada! Ser mãe é se divertir no inferno...". 


Pois é. Já me culpei (e me culpo ainda, mas por outras coisas), me rasguei, me estressei, lutei, chorei e principalmente: mudei. Mudei como mulher, como ser humano e acho que apesar de ser um pouco doloroso (por causa do choque inevitável com a realidade), mudei para melhor. 

 Então, sabe aquela história que as viagens mudam a gente sempre? Pois é, informo que a maternidade é literalmente uma viagem...com a diferença que a gente nunca volta. E geralmente acha bom. Bom não, acha ótimo!  

 E sim: a sua vida nunca mais será a mesma.

 Sim: dificilmente você será como a Gisele no pós parto (a Galisteu não conta pq é óbvio que aquilo foi photoshop, néam?). Eu digo que acho a Ivete Sangalo uma coisa mais assim...realista? Então...

Sim: por um tempo você viverá como se estivesse meio fora de órbita, biruta, as pessoas talvez te achem meio estranha mas quem te ama de verdade jamais vai achar isso um problema (#estadopuerperalsucks). Mas calma, isso passa! Palavra!

 E sim, sim, siiiiiim: o seu mundo vai virar do avesso, de ponta cabeça, virar estrelinha e fazer polichinelo. Você muitas vezes olhará para o céu e pensará: "- O que foi que eu fiz com a minha vidinha que era tão minha, ó Senhor ????" (para se arrepender 20 segundos depois e se sentir uma monstra por uma semana por causa desse pensamento).  



Irá suspirar quando ver as fotos de suas amigas sem filhos na balada, mas quando sentir o calor daquelas mãozinhas te fazendo carinho no rosto, o cheirinho daquele cabelinho e ganhar aquele abraço tão apertado vai ter mais certeza ainda de que isso sim é felicidade - o resto é acessório. 


 E sim, definitivamente SIM: vai rolar a maior  identificação, além de surgir muitas amizades com outras loucas mulheres que assim como você embarcaram num safari e resolveram morar na selva. Que matam leões todos os dias, enfrentam feras e correm de um lado para o outro penduradas muitas vezes em cipós (oi Tarzan!). Que se desapegaram de muitas coisas porque viram que elas não faziam tanto sentido e afinal não tinham tanto valor assim. Que se apegaram em muitas outras coisas que de repente começaram a fazer sentido e a ter muito valor.   



E que - assim como eu -  são tremendamente felizes nessa aventura diária e deliciosamente insana chamada maternidade.