Pesquisar este blog

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Continuo...

...testando layouts. Não resisto!
Mas ainda não achei bem o que quero para a decoração da casa...

terça-feira, 4 de maio de 2010

Corrente digital do bem...



Copiei esse post do Potencial Gestante, com a devida autorização, lógico.
Não tem como não ficar tocada, saúde de filho é um assunto que mexe demais com quem é mãe, pai, avó, avô...
Vamos nos unir nessa nuvem digital e fazer essa corrente do bem funcionar.
Pode copiar, divulgar, divulgar e divulgar de novo.

O post original:

"Gente, esse fofo aí da foto é o Theodoro, filho da Aline Bretas uma mamãe blogueira que acabei de conhecer na internet.
  O Theo está com 5 meses e há 2 vem enfrentando problemas de saúde. ele começou a perder apetite e emagrecer gravemente, chegando agora ao peso de 4,2kg.
A busca pelo diagnóstico foi longa e deixou como hipótese principal a má absorção intestinal, na qual o bebê não aproveita os nutrientes dos alimentos, perdendo peso gradativamente. nestes casos se indica leite especial, com as proteínas já quebradas pelas enzimas, facilitando a digestão e absorção. Este leite é o pregomin (custa entre 125 e 160 reais) ou alfaré (200 reais). A lata de 400g dura apenas 4 dias.
o que vem acontecendo e que nos últimos dias theo vem rejeitando o pregomin, apresentando muitos vômitos e perdendo ainda mais peso. precisa ser internado urgente para investigação diagnóstica e tratamento do quadro de desnutrição.Agora tentarão o neocate que é um leite em que a proteína já foi toda quebrada em aminoácidos, facilitando mais ainda a absorção. este leite custa 500 reais a lata.
Sabemos que o governo tem que fornecer, mas as coisas não são tão simples e deve demorar de 30 a 40 dias até que Theo receba o leite do governo, que só pode liberar 4 latas por mês (o que não chega nem à metade do necessário).



Por isto estamos pedindo ajuda, com doações de qualquer quantia para a família do Theo.
Podem ser feitas através do site vakinha.
  O único porém da vakinha é que o dinheiro demora 14 dias para ser liberado,  por isso, caso você tenha interesse, pode depositar diretamente na conta do pai do theo. eis os dados:
Leonardo Salomao Simoes
agência: 1200
conta corrente: 0027462-3
Bradesco
Não importa como nem quanto, mas que seja de coração.
Você também pode ajudar divulgando através do seu blog (pode copiar este post, se quiser), twitter, orkut, facebook, etc.
A Aline também deixou outros contatos à disposição, caso alguém queira encontrá-la:
celular: 27 9892-2201
orkut:http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?uid=8969193061260011366
twitter:  @alinebretas"

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Adeus contador...

Fiz uma coisa estúpida e perdi o contador de acessos do blog, snif, snif.
Sim, eu sei que é só colocar outro... mas os dados guardados e os meus dois mil e poucos acessos registrados se foram. Algém sabe se posso recuperar esses dados??? Vou lançar uma campanha, "ajude uma semi-analfabeta digital a conquistar sua inclusão".
Fiquei chateada, por hora não vou colocar o contador de novo.
Também não encontro diversos elementos do layout das postagens desde que troquei de computador. Descobri o que houve...hehehe.
Snif, snif, snif.

A infância, a Lady Gaga e as coisas fora de contexto...



Esses dias recebi por mail um vídeo que me fez pensar. Acabei lendo sobre o assunto em alguns blogs (desculpem, não lembro ao certo em quantos porque acompanho muitos mesmo...). E fora as notícias em algumas publicações que deram um espaço desnecessário ao fato (na minha opinião).
O vídeo em questão é uma das apresentações da criança que ficou nacionalmente conhecida como "Lady Gaga Mirim" ou "Mini Lady Gaga".  Não queria nem postar o atalho para o link aqui no blog, mas achei necessário para contextualizar melhor o que vou dizer.
Não sei se de repente eu sou uma pessoa completamente exagerada ou se realmente isso é o tipo de coisa comlpetamente inadequada para uma criança de oito anos.

Sim!  Eu disse oito anos.

 Não sei vocês, mas eu quando tinha oito anos costumava brincar, colecionava bonequinhas e papel, amava ler gibis e livrinhos infantis (vivia enfiada na biblioteca da escola), ir na pracinha andar de balanço, ir ao cinema (era um acontecimento!), brincar com a minha gata...enfim, VIVER COMO UMA CRIANÇA.

Ah...a televisão. Sim, assistia televisão também, quem não assistiu? Adorava desenhos, Sítio do Pica Pau Amarelo (aquela música é a trilha da minha infância, amo a Emília). Tinha um programa chamado Pandorga (se eu não me engano) que eu amava de paixão. E tantos outros que agora não estou lembrando.

Mas isso é beeem diferente de dublar uma cantora personalidade famosa, e o escambau conhecida mais pela vulgaridade excêntrica (ou seria excêntrica vulgaridade?) do que pela, digamos assim...qualidade musical e contribuição significativa para a musicalidade mundial. E o mais impressionante chocante foi constatar que a mãe dessa menina acha isso lindo, sente a maior emoção e orgulho ao ver a cria ali, rebolando em rede nacional usando um figurino de gosto duvidoso. E quer saber mais? Para mim isso é erotização infantil, uma  coisa abominável (se por acaso tá achando exagero, eu pergunto: já viu as coreografias da tal Lady Gaga? Ok para adultos, mas veja bem...adultos, né?)

Nada contra quem gosta desse estilo de música (ou seja lá o que for) mas fico estarrecida ao ver esse tipo de coisa sendo avidamente consumida por crianças, especialmente com a conivência/apoio dos pais.

Até receber esse vídeo (e me dei ao trabalho de catar mais um no youtube) eu nunca tinha ouvido falar no assunto. Não assisto televisão, aqui em casa ainda não assinamos tv a cabo e (ainda bem) o sinal da tv aberta é muito ruim...de modo que a minha janela para o mundo é o computador. E eu jamais iria atrás desse tipo de conteúdo, só mesmo para escrever esse post...

Novamente questiono se não serei eu apenas uma pessoa naturalmente exagerada e cuidadosa e que depois de mergulhar fundo no mundo da maternidade ficou ainda  pior...mais exagerada, mais cuidadosa.

Para mim criança  é criança e principalmente: criança tem que ser criança. Para que apressar fases? O tempo passa de qualquer maneira (e muitas vezes rápido demais).

Agora me diz, tem coisa mais gostosa que a despreocupação pueril da infância? Tem coisa melhor que correr, brincar, brincar e brincar, curtir o máximo que der a inocência da vida? 

É claro que não sou desprovida de senso de realidade, sei que a grande maioria das crianças de sete, oito anos, dá um baile e duas voltas em nós, adultos de hoje. Sei também que essas mesmas crianças, se acaso receberem os estímulos corretos, serão seres anos luz à nossa frente.

Mas Lady Gaga mirim já fica bem fora de contexto, né?

E o pior é estar numa festa de aniversário infantil e ver a mãe de uma menininha falar cheia de entusiasmo: "Vai lá filha, imita aquela cantora...mostra como a guriazinha fez na tv..."

E aí? Digo o quê?

E vocês, o que acham? Estou exagerando?




imagem: banco de imagens do google.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Pare, clique, leia e reflita...




Hoje li um lindo texto no blog Mamíferas. Acompanho esse blog desde a época da gravidez e apesar de não concordar 100% com tudo que as colunistas escrevem,  posso dizer que muitas coisas que conheci por lá foram decisivas para que eu revesse alguns (pré)conceitos e me questionasse profundamente como mãe e como mulher.
Verdade seja dita, nem sempre esses questionamentos foram suaves, muitas coisas que li  realmente me causaram um certo incômodo na hora. Mas foi bom porque me cutucou, me empurrou na direção de reflexões importantes, fez sair de cima do muro em algumas questões e mudar radicalmente de lado em outras...enfim, só mesmo indo lá para ver.
O texto de hoje foi escrito pela Tata, uma das três colunistas, e fala lindamente sobre algumas escolhas e atitudes em relação aos nossos filhos. Recomendo muito, o texto e o blog.



*imagem: getty images Brasil

domingo, 25 de abril de 2010

11 meses...




 Onze meses...
 Clichê dos clichês (quem é mãe vai compreender e me perdoar), mas parece que foi ontem que fiquei sozinha pela primeira vez com aquele serzinho tão grande para um recém nascido e tão pequeno para mim. E nessa tarde troquei uma fralda pela primeira vez na vida.
 Parece que foi apenas há alguns dias que cheguei em casa com aquele pacotinho de pele rosada, aquela criaturinha mamona e chorosa que só acalmava no calor do meu peito.
E parece que foi há muito, muito tempo atrás que pensei que ia enlouquecer de cansaço e sono, arrastada por um turbilhão de emoções. Tanto tempo que quase nem lembro dessas sensações. 
Hoje te olho distribuir sorrisos, pular de colo em colo, conquistar os corações daqueles que te conhecem. O meu coração já se apartou do  peito há onze meses e segue contigo para sempre. 

E são onze meses onde tenho mais certeza que toda a minha vida até então foi só um ensaio; ela começou de verdade depois de ti.

E o melhor de tudo é saber que a nossa caminhada recém começou...


*imagem: getty images

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Por um País mais digno para nossos filhos



 Em apoio ao movimento iniciado pela Roberta (sou fã dessa minha xará), do blog Piscar de Olhos, faço a divulgação de um assunto tão, mas tão importante que deveria ganhar espaço em rede nacional no horário "nobre" (utopia total da minha parte, eu sei...mas deixa assim).

O negócio é o seguinte:
Está tramitando no Congresso Nacional  o Projeto de Lei no. 518/09, carinhosamente chamada de  Lei Ficha Limpa.
Se for aprovado, irá mudar os critérios de ineligibilidade em nosso País.

Bah, que legal...e daí?

E daí que aquela criatura que esté sendo investigada por suspeita de algum crime grave não poderá ser candidato a nada. E isso é do nosso maior interesse, sabe porquê?

Porque eu quero ver o nosso dinheiro (é... o dinheiro público é nosso, sabiam?) bem administrado, entrando onde precisa (escolas, hospitais, manutenção de estradas, projetos sociais...) e não no bolso de algum safado %#&*@#  da vida.  

E você?  

Se não acha isso importante pode clicar para sair daqui e de repente ir para o site da revista Caras ou da Contigo se atualizar sobre o novo corte de cabelo da fulana de tal, quem os ex-BBBs estão namorando/saindo/pegando ou sobre como a vida de mãe da beltrana de tal é difíííííííícil (mesmo ela tendo muitos reais no banco,  mordomo, cozinheira, empregada e duas babás...). Também pode deixar essa coisa de responsabilidade social, dinheiro público, corrupção e um mundo melhor para viver para outro dia (o de São Nunca) afinal isso é muito cansativo e se preocupar com o que vai acontecer na novela hoje é bem mais legal, né?

Ou você pode clicar aqui e fazer parte desse movimento, assinando a petição. É rapidinho. Para você é só um cliquezinho... para o País que deixaremos aos nosso filhos é a chance de um futuro mais digno. Pense nisso.

Aproveita e dá uma lida no site do Movimento de combate à Corrupção Eleitoral

 E divulgue, espalhe, fale, mostre, não se conforme...INFORME!!!!!!!!!!!!!!

terça-feira, 20 de abril de 2010

O primeiro selinho!

Meu humilde bloguinho recebeu seu primeiro selinho! Eu, como boa semi-cyber-analfabeta (tem hífen?) que sou, demorei um pouco para entender o que era e como funcionava.
Ganhei da Magali (valeu flor!!!!), do Cegonhas. Foi ela também quem me explicou como funcionava esse negócio de selinhos, adorei!!!
Quem ganha o selinho deve seguir umas regrinhas: dizer quem deu, recomendar outros 10 blogs para leitura e publicar.
É difícil escoher somente 10 blogs porque eu acompanho muitos, de todos os assuntos imagináveis (não, nem todos estão na barra ao lado).
Mas os meus eleitos são:

O primeiro ofurô a gente nunca esquece...


Quando a Alice era beeem pequeninha uma das coisas que eu mais me atrapalhava na hora de fazer era dar banho.
 No hospital as enfermeiras davam banho nos bebês numa sala só para isso, usando uma bancada-trocador ao lado de uma pia. Elas enxaguavam os bebezinhos embrulhados em uma fralda, segurando embaixo da torneira de água quentinha. Eu achei isso super prático, adorei tanto que se tivesse uma pia grande no banheiro certamente teria tentado (hehehe).
Mas a realidade em casa era bem diferente...
Eu ficava muito insegura porque além de ser inverno, eu tinha que cuidar a temperatura da água, segurar o nenê sem deixar a cabeça cair muito para o lado, passar sabonete líquido (em barra é coisa para gente com bem mais habilidade, rsrs) na cabecinha, no corpinho, enxaguar, pegar a toalha... E tudo isso antes do nenê ficar gelado de frio!
E não sei se acontecia só aqui em casa, mas era colocar a Alice na água e começava o maior berreiro...e eu ficava mais insegura ainda...
A Alice tinha nada menos que três banheiras em casa, daquelas simples de plástico. Nunca quis uma banheira com trocador porque ficaria inviável instalar no quarto dela (sem falar do nosso banheiro, falta de espaço total!), além disso, durante boa parte da gravidez tinha peregrinado nas lojas até achar uma cômoda com tamanho suficiente para usar como trocador,  e depois de todo esse trabalhão queria mais é usá-la, né?. Então vetei as banheiras trambolho gigantes com trocador na parte de cima.
Já tinha lido muito sobre banho de balde e a tummy tub durante a gravidez e tinha amado o conceito da coisa. Mas a recomendação médica era não mergulhar o nenê na água enquanto o umbigo não caísse, e a Alice tinha uns 21 dias quando caiu o dela. Acabou que passei o primeiro mês dando banho na banheira com bem pouca água. Mesmo depois da queda do umbigo eu continuava insegura, ouvia palpites mil (aiaiai palpiteiros de plantão...).
Mas aquilo não estava legal, tenho certeza que a minha insegurança passava para ela e confesso que seu eu fosse um bebê detestaria aquele processo todo. Eu percebia o quanto ela ficava tensa na banheira e eu não queria que a hora do banho acabasse associada a uma sensação ruim.
 Então estava mais do que na hora de fazer as coisas como eu achava certo.
Não comprei a banheira "oficial" porque achei o preço digamos assim...salgado (R$ 120,00 em média). Mas quando ela estava com mais ou menos 1 mês fui até o supermercado e tcharam! Comprei um baldinho daqueles bem comuns, transparentes por uns R$ 20,00 (o clássico da Sanremo). Estava bem ansiosa para a estréia, uns dias depois e...foi decepcionante!
 A Alice berrou muito, mas eu disse MUITO na hora de entrar no balde e não parou. E eu fiquei arrasada me perguntando onde tinha errado. Mas como eu sou uma pessoa muito obstinada, não desisti assim tão facilmente.
Esperei uns dois dias e tentei de novo. Nova sessão de berreiro, mas dessa vez com menor intensidade. E então, lá pela terceira vez que a coloquei no baldinho a coisa ficou boa. Ela ficou quietinha e relaxou. E eu queria dar pulos de alegria, coisa que só não fiz porque teria que soltar o nenê sozinho dentro do balde e isso não seria legal (hohoho, piadinha de mau gosto!).
E foi assim até ela ter quase seis meses. Só paramos de usar o baldinho porque a Alice começou a ficar em pé, queria sair toda hora e isso dificultava muito o banho. Mas já estou procurando um baldão (alguém tem alguma sugestão?) para usar nesse inverno porque, gente, é gostoso demais, é prático demais, é tudo demais de bom.
Era engraçado porque tenho muitas amigas que nunca ouviram falar em bebê no balde e ficavam um tanto quanto escandalizadas surpresas quando viam as fotos da Alice bem faceira de molho. Chegaram a me perguntar (vê se pode? Hehehe) se ela não tinha uma banheirinha...e eu sempre respondia: Não tem uma, na verdade tem três!
 O banho de balde tem várias vantagens para os bebês: diminui as cólicas, acalma e relaxa, faz dormir melhor, provoca bem estar porque simula um ambiente semelhante ao útero materno (o bebê fica mergulhadinho na água na mesma posição que estava na barriga da mãe, todo apertadinho). 
E olha que o negócio funciona mesmo, a Alice nunca mais teve cólicas desde que comecei a usar o baldinho/ofurô. Claro que desconforto gástrico ela tinha sim, eventualmente. Mas aquele chororô inconsolável passou de vez.
E tem a parte prática da coisa, sem comparação.  
A logística para usar o baldinho é milhares de vezes mais simples que a banheira. Para começar, usamos menos água e ela demora mais para esfriar (acabou a atucanação em deixar o bebê de molho na água fria no inverno).  Basta colocar água até um pouco abaixo da metade do balde, tomando sempre muito cuidado para que a água não ultrapasse os ombros do bebê quando ele estiver dentro do balde e com a temperatura (não vai cozinhar seu filhote, né?).
Depois, é muito mais fácil segurar o bebê dentro do balde, por uma razão muito simples: ele não tem para onde se espalhar e rolar. Basta amparar a cabecinha, simplinho, simplinho. 
Para lavar a cabecinha eu fazia da mesma maneira que na banheira: lavava a cabeça antes (com o bebê embrulhado numa mantinha por causa do frio), secava um pouco e depois colocava no balde.
Para não massacar as costas recomendo colocar o balde em cima de uma mesa, bancada da pia, trocador...ou fazer como eu, que comprei um banquinho de pernas bem curtinhas e sentada nele ficava da altura certa (uso esse banquinho até hoje, minhas costas agradecem). Esse aqui e esse também servem.
E como se não bastasse tudo isso, o baldinho é super fácil de levar para todos os lugares. Já experimentou viajar com uma banheira no porta-malas do carro? Ruim, né?  E um balde?  Não fica mais fácil? Pois é. 
Por todos esses motivos eu sou fã do banho de balde. E a Alice também. E como eu disse antes, nesse inverno pretendo voltar ao ofurô, estamos procurando um balde grande o suficiente.
Para falar bem a verdade, queria achar também um do meu tamanho...

E vocês, o que acham do banho de balde?

*foto: acervo pessoal, Alice com um mês e meio.

sábado, 17 de abril de 2010

Cine almoco...

Almoçando no café do cinema, antes da sessão do Cinematerna, em 1º/04/10.